quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

SERIA RUI BARBOSA UM PROFETA?


      
     
  

  Difícil viver nadando contra a maré, se isentar de falcatruas e ou mentiras para que se possa ter sucesso na vida, fácil é burlar e despir-se da moral e honra quando se almeja viver tranquilo e gozar das riquezas que com bases espúrias se avolumam nas instituições financeiras dentro e fora do país para que não se pague impostos.
        “ De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.” (Senado Federal, RJ. Obras Completas, Rui Barbosa. v. 41, t. 3, 1914, p. 86)
        Digo que além do jurista que foi, também era profeta e, ninguém na época, deu-se conta disso... triunfar nulidades... prosperar a desonra... agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus; crescer a injustiça, de propósito como um último item levando em consideração a relação acima descrita pelo Exmo. Sr. Rui Barbosa, igual a ele, levantou-se alguém que grande número de brasileiros estão lhe tratando como a um herói destemido e que não se intimida com os olhares de horror e ameaçadores de nossos maus governantes – continue assim Exmo. Sr. Joaquim Barbosa - quanto ao triunfo das nulidades, quem sabe um dia nossos senadores, governadores, deputados... políticos de um modo geral que hoje andam de cabeças erguidas um dia passem a ter vergonha como hoje eu e mais um tanto de bons cidadãos têm? Prosperar a desonra, triste quadro, no momento em que imaginamos que isto é coisa de pessoas sem conhecimento e desqualificadas, vemos acontecer com o mais alto escalão e, colocadas nos postos que ocupam por voto popular, mentem descaradamente, desonrando assim àqueles que lhes outorgaram o poder... Poderes nas mãos dos maus, indo mais além, nas mãos de canalhas, imorais que tem como forma de debochar e tornar ridículo toda uma nação e mulheres e homens trabalhadores que vivem neste país, a corrupção descarada.
      Se vivo fosse, agendaria uma visita ao Exmo. Sr. Rui Barbosa, para lhe dizer pessoalmente do esforço que tenho feito, mesmo vendo o mau exemplo do ex-presidente e toda uma corja de desclassificados, em ser um cidadão de bem, em respeitar e ser honrado... Quanto ao me envergonhar em ser honesto... ao contrário, desafio e envergonho os tais, jamais debocharei da honra e, pedirei a Deus forças para continuar animando-me e fortificando-me em meus ideais.       

“ Toda a capacidade dos nossos estadistas se esvai na intriga, na astúcia, na cabala, na vingança, na inveja, na condescendência com o abuso, na salvação das aparências, no desleixo do futuro.” (Rui Barbosa – Colunas de Fogo, 79).

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

BEST SELLER?


BEST SELLER?
Lamentável... Bispo de uma seita resolve disputar com a Bíblia Sagrada e lança um livro contando sua história, história sem muitos pontos que possam valer ou acrescentar conhecimento a algum provável iniciante intelectual... Um homem simples que trabalhou por algum tempo na LOTERJ, servia ao Deus verdadeiro em uma tradicional e séria igreja evangélica em um bairro do Rio de Janeiro; junto de seu cunhado, resolveu um dia “montar” uma igreja e escolheram o bairro da Abolição, também no Rio, a sociedade ia muito bem até que por questões, que me nego a dizer quais, resolveram se dividir.  Hoje, duas seitas pregando um evangelho deturpado, descaracterizando a real finalidade da vinda de Jesus Cristo... Dois homens que souberam usar de suas inteligências de uma forma que, um dia darão contas, se tornaram parte do rol dos mais ricos desta nação com seus jatinhos e emissoras de TV.
Todos nós temos direito de escrever nossa biografia, que bom seria se todos os brasileiros soubessem a história de homens ilustres e sérios que ajudaram em diversas áreas de atuação a formar esta nação. Com certeza, haveria menos corruptos e, porque não? Pastores, “Bispos”, interessados em escalpelar suas ovelhas conforme descrito no livro do Profeta Jeremias, lá no capítulo 23.
Nenhum demérito em ter sido servidor nesta ou naquela autarquia, mas sim, em usar a inteligência, dada por Deus, para mercadejar a Palavra dEste que lhe deu vida. Temos o direito de escrever e, também ler qualquer coisa de qualquer escritor, mas forjar resultados  para aparecer nas pesquisas como primeiro lugar em vendas – best seller – é pecado, conforme escrito na carta de João, o “discípulo amado” de Jesus Cristo no capítulo 8:44 – Com o agravante de que o pai de tal infame ato, é arqui-inimigo da humanidade.
BÍBLIA SAGRADA ou Palavra Inspirada por Deus, livro que levou 1600 anos para ser escrito – por completo – perseguido por governantes, destruído e por vezes queimado em gigantescas fogueiras, lido por Garis, Juristas, Presidentes, Reis e renomados cientistas, base para muitas cartas magnas de importantes e ricas nações; creiam, pessoas que desconheciam as letras de nosso alfabeto, aprenderam a ler através da Bíblia; livro que  jamais terá fim, um dia, não muito longe, seremos proibidos de propagá-lo ou lê-lo, a Bíblia representa uma forte ameaça aos governos injustos que haverão de dominar as nações do mundo inteiro, interessante é que este episódio está escrito neste sagrado livro , leiam Apocalipse. Teremos sim, páginas inteiras desta palavra viva gravada em nossas memórias – há um filme que retrata tal tema.  
Srº “Bispo”, venda sim seu livro, que seja um sucesso... Sinceros votos de um, obscuro  escritor,  mas, não forje resultados. Isto é feio, ainda mais para alguém que se diz compromissado com Deus – tenho cá minhas dúvidas, não será com o gerente das instituições financeiras? E suas ovelhas? Algumas delas hão de acordar e ver o mau exemplo de seu “ pastor”. E como há de ser no dia do juízo final, se preocupe com isso Srº. Bispo.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

O QUÊ SIGNIFICA O TERMO HALLOWEEN? (Marisa Rodrigues)

O termo halloween é a contração da expressão inglesa “All Hallow Evening” Noite de todos os santos. Não se sabe ao certo como surgiu a comemoração do dia das bruxas, só sabemos que teve origem bretã, os povos celtas que deram origem aos anglo-saxões, tinham por religião o druidismo, eram povos pagãos e panteístas (adoravam diversas coisas, como por exemplo: sol, lua, estrelas, animais; menos o Deus dos céus). Eles diziam que na noite 31 de Outubro para o dia 1 de Novembro todos os espíritos dos mortos saíam de suas tumbas para visitar seus amigos e parentes, e, os sacerdotes druidas, supostamente recebendo esses espíritos e falando com os parentes como se fosse seu ente querido, faziam como fazem os médiuns que conhecemos hoje. Depois que esses povos foram dominados pelos romanos, o papa Gregório IV decidiu que a celebração seria substituída pela comemoração do dia de todos os mártires, dando uma conotação mais cristã à festa pagã do dia dos mortos. Com o passar do tempo estas comemorações foram perdendo as características religiosas e passaram a fazer parte do calendário dos países de língua inglesa, se espalhando para todos os demais países. A minha questão é: Se gostamos tanto de imitar as comemorações alheias, porque não comemoramos o dia de ações de graça? Na quarta quinta-feira do mês de novembro, toda a nação norte-americana agradece ao Deus dos céus por tudo o quanto recebeu durante o ano, não importando o credo religioso. Essa festa é mais importante para eles do que o próprio Natal, reúnem a família, amigos e convidados para uma ceia onde trocam presentes e fazem orações. Os judeus também comemoram o dia do perdão YOM KIPUR, onde eles passam o dia contristados pedindo perdão a Deus e aos que eles ofenderam. Acho que seria uma boa ideia copiarmos essas duas últimas festas. Que tal parássemos para refletir sobre esta questão? No Brasil, a lei de nº. 781 de 17 de Agosto de 1949 instituída pelo então presidente Eurico Gaspar Dutra criava esta data especial que foi reformada em 1966 estabelecendo que fosse, também, comemorada em toda quarta quinta-feira do mês de Novembro em nosso país, o que não vejo acontecer e nem mesmo conhecimento tinha de tal lei constitucional. As ações diabólicas são sutis, ele é sorrateiro e oportunista, enquanto as crianças estão pedindo doces para não fazerem travessuras, o inimigo está sorrindo, porque indiretamente, conscientes ou não, é uma homenagem à festa pagã, onde ele era invocado para se fazer passar pelos entes queridos. É triste vermos cristãos comemorando essa festa em escolas de idiomas e mesmo em escolas comuns, se achamos que, “não tem nada a ver,” de tanto dizermos esta frase, corremos o risco de um dia ouvirmos do próprio Deus que “não temos nada a ver com o seu reino.” Exemplo? Assistam ao filme que aterrorizou o mundo: “O Exorcista”, foi baseado em fatos reais, onde uma atriz inglesa trazia seus amigos para casa e fazia a “famosa mesa ouija”, onde eles colocavam um copo sobre uma mesa branca com o alfabeto e os números de 1 a 10, faziam uma invocação e perguntavam coisas aos “espíritos” que porventura ali baixavam. Um dia, sua filha de apenas 10 anos, estava observando atrás da porta e gravando todos os procedimentos; o resultado disso, foi esta menina ficar possessa de uma forma que impressionou a todos quantos foram chamados para expulsar os demônios que habitavam em seu jovem espírito. Seria muito bom se instituíssemos esse dia, que já está na constituição de nosso país para só, em festa, agradecermos a Deus sem pedirmos nada, agradecer pelo o que Ele é e tem feito em nossas vidas, pense nisto! Que o Senhor nos abençoe!

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

CIENTISTAS QUEREM DESCOBRIR AÇÃO ESPIRITUAL.

Karl Marx sempre disse que a religião é o ópio do povo, mas sua afirmação era baseada na política, não em fatos científicos. Porém, um estudo divulgado pela Universidade de Washington sugere que participar de cultos em megaigrejas pode desencadear sentimentos de transcendência e gerar mudanças na química do cérebro. Esse sentimento de “euforia” espiritual faz os fieis voltarem para receber mais.
“Nós vemos essa experiência de pura alegria ser comum nas megaigrejas. Por isso digo que é como uma droga”, explica James Wellman, professor de religião e co-autor do estudo.
O estudo ‘God is like a drug’: Explaining Interaction Ritual Chains in American Megachurches” [Deus é como uma droga: Explicando cadeias de interação ritual em megaigrejas” foi apresentado na reunião anual da Associação Americana de Sociologia, em Denver. Além de Wellman, Katie E. Corcoran e Kate Stockly-Meyerdirk, estudantes da pós-graduação em sociologia e religião comparada na Universidade de Washington, estiveram envolvidos na pesquisa com dados coletados desde 2008.
Grandes reuniões de experiências compartilhadas, como shows e eventos esportivos também desencadeiam sentimentos de euforia, disse a doutoranda Katie Corcoran, co-autora da pesquisa. Segundo ela, “as igrejas parecem ser algo único, onde esses sentimentos não são apenas experimentados como euforia, mas sim como algo transcendente ou divino”.
Os autores teorizam que esse sentimento de “chapação” espiritual é interpretado pelo cérebro como um “coquetel de oxitocina”. Essa experiência transcendente libera a oxitocina, uma substância química que estimula a interação social. Já ficou comprovado que emoção e experiências em grupo aumentam os níveis de oxitocina.
Muitos participantes usaram a palavra “contagioso” para descrever o sentimento de participar de um desses cultos, onde os membros chegam com fome de experiências e acreditam sair do ambiente “energizados”. Um dos fieis entrevistados relata que “o amor de Deus se torna … uma droga que você não pode esperar para vir buscar depois… Você não pode esperar para se receber essa ‘dose’ que vem de Deus.” Outro disse: “Você pode olhar-se para cima e ver o Espírito Santo passar por cima da multidão como uma ‘ola’ em um jogo de futebol”, relata Corcoran.
As megaigrejas conseguem gerar esse estimulo elevado por causa de seu estilo de culto. Os pesquisadores acreditam que elas usam tecnologia e apelos emocionais para criar uma experiência compartilhada por congregações com milhares de pessoas em cada culto.
“A música moderna com letras otimistas, câmeras que mostram no telão uma audiência sempre sorridente, dançando, cantando, ou chorando, além de um líder extremamente carismático cujos sermões deixam as pessoas sensíveis ao toque do ponto de vista emocional… servem para criar essas fortes experiências emocionais positivas”, resume a doutoranda.
As funções de pastor como um “gerador de energia”, que se comunica com a congregação através de um sermão fácil, informal e emocional. Ao invés de ser analítico ou teológico, suas mensagens querem que as pessoas presentes apenas “sintam-se bem” ou compreendam tudo”, ressalta Wellman.
Esta mensagem reconfortante também é uma das chaves para o sucesso das megaigrejas. Afinal, “Como você pode atrair tanta gente? Você oferece uma forma genérica de cristianismo que é otimista, emocionante e inspirador.” Diz Wellman, que acrescenta: “Isto não é como os avivamentos antigos. É uma forma nova e híbrida de cristianismo, que é mutante e separada de todas as instituições tradicionais com as quais o cristianismo sempre se identificou”.
“Seus pastores raramente colocam o céu ou o inferno em discussão, está a quilômetros de distância das mensagens de julgamento puritano dos séculos passados”, encerra.
Para Wellman essa é uma “boa droga”, pois a mensagem oferece um padrão moral que estimula os ouvintes a ser uma pessoa decente, cuidar da família, perdoar os inimigos e amar a si mesmo. As megaigrejas também incentivam todos a pensar: “As coisas podem ficar melhor, você pode ser feliz”, acrescentou.
Essas igrejas em geral proporcionam reuniões espirituais ao longo da semana, como pequenos grupos, estudo da Bíblia, lições de um livro e atividades voluntárias, disseram os pesquisadores. Mas é o culto de domingo que traz as pessoas de volta para a experiência desejada.
O estudo refuta a ideia de que igrejas maiores produzem um “membro com pouco compromisso”. Quase 80% dos entrevistados disseram que o tamanho da igreja não impediu o seu crescimento espiritual.
Estima-se que 10% dos evangélicos frequentem regularmente uma das 1.600 megaigrejas dos Estados Unidos. Para realizarem o estudo, os pesquisadores participaram de cultos e fizeram 470 entrevistas, além de analisar 16.000 questionários distribuídos a membros de 12 megaigrejas.
Para efeitos de pesquisa, para ser considerada megaigreja, uma congregação deve ter mais de dois mil membros.
(Traduzido por Gospel Prime de Religion News e Eurek Alert)