sexta-feira, 2 de novembro de 2012

O QUÊ SIGNIFICA O TERMO HALLOWEEN? (Marisa Rodrigues)

O termo halloween é a contração da expressão inglesa “All Hallow Evening” Noite de todos os santos. Não se sabe ao certo como surgiu a comemoração do dia das bruxas, só sabemos que teve origem bretã, os povos celtas que deram origem aos anglo-saxões, tinham por religião o druidismo, eram povos pagãos e panteístas (adoravam diversas coisas, como por exemplo: sol, lua, estrelas, animais; menos o Deus dos céus). Eles diziam que na noite 31 de Outubro para o dia 1 de Novembro todos os espíritos dos mortos saíam de suas tumbas para visitar seus amigos e parentes, e, os sacerdotes druidas, supostamente recebendo esses espíritos e falando com os parentes como se fosse seu ente querido, faziam como fazem os médiuns que conhecemos hoje. Depois que esses povos foram dominados pelos romanos, o papa Gregório IV decidiu que a celebração seria substituída pela comemoração do dia de todos os mártires, dando uma conotação mais cristã à festa pagã do dia dos mortos. Com o passar do tempo estas comemorações foram perdendo as características religiosas e passaram a fazer parte do calendário dos países de língua inglesa, se espalhando para todos os demais países. A minha questão é: Se gostamos tanto de imitar as comemorações alheias, porque não comemoramos o dia de ações de graça? Na quarta quinta-feira do mês de novembro, toda a nação norte-americana agradece ao Deus dos céus por tudo o quanto recebeu durante o ano, não importando o credo religioso. Essa festa é mais importante para eles do que o próprio Natal, reúnem a família, amigos e convidados para uma ceia onde trocam presentes e fazem orações. Os judeus também comemoram o dia do perdão YOM KIPUR, onde eles passam o dia contristados pedindo perdão a Deus e aos que eles ofenderam. Acho que seria uma boa ideia copiarmos essas duas últimas festas. Que tal parássemos para refletir sobre esta questão? No Brasil, a lei de nº. 781 de 17 de Agosto de 1949 instituída pelo então presidente Eurico Gaspar Dutra criava esta data especial que foi reformada em 1966 estabelecendo que fosse, também, comemorada em toda quarta quinta-feira do mês de Novembro em nosso país, o que não vejo acontecer e nem mesmo conhecimento tinha de tal lei constitucional. As ações diabólicas são sutis, ele é sorrateiro e oportunista, enquanto as crianças estão pedindo doces para não fazerem travessuras, o inimigo está sorrindo, porque indiretamente, conscientes ou não, é uma homenagem à festa pagã, onde ele era invocado para se fazer passar pelos entes queridos. É triste vermos cristãos comemorando essa festa em escolas de idiomas e mesmo em escolas comuns, se achamos que, “não tem nada a ver,” de tanto dizermos esta frase, corremos o risco de um dia ouvirmos do próprio Deus que “não temos nada a ver com o seu reino.” Exemplo? Assistam ao filme que aterrorizou o mundo: “O Exorcista”, foi baseado em fatos reais, onde uma atriz inglesa trazia seus amigos para casa e fazia a “famosa mesa ouija”, onde eles colocavam um copo sobre uma mesa branca com o alfabeto e os números de 1 a 10, faziam uma invocação e perguntavam coisas aos “espíritos” que porventura ali baixavam. Um dia, sua filha de apenas 10 anos, estava observando atrás da porta e gravando todos os procedimentos; o resultado disso, foi esta menina ficar possessa de uma forma que impressionou a todos quantos foram chamados para expulsar os demônios que habitavam em seu jovem espírito. Seria muito bom se instituíssemos esse dia, que já está na constituição de nosso país para só, em festa, agradecermos a Deus sem pedirmos nada, agradecer pelo o que Ele é e tem feito em nossas vidas, pense nisto! Que o Senhor nos abençoe!