sexta-feira, 27 de setembro de 2013

O QUE VOCÊ TEM NAS MÃOS? Jair Pereira Ramalho


Respondeu Moisés: Mas eis que não crerão nem acudirão à minha voz, pois dirão: O SENHOR não te apareceu.
Perguntou-lhe o SENHOR : Que é isso que tens na mão? Respondeu-lhe: Um bordão.
Então, lhe disse: Lança-o na terra. Ele o lançou na terra, e o bordão virou uma serpente. E Moisés fugia dela.
Disse-lhe o SENHOR a Moisés: Estende a mão e pega-lhe pela cauda (Estendeu ele a mão, pegou-lhe pela cauda, e ela se tornou em bordão); para que creiam que te apareceu o SENHOR, Deus de seus pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó.
Disse-lhe mais o SENHOR: Mete, agora, a mão no peito. Ele o fez; e, tirando-a, eis que a mão estava leprosa, branca como a neve.
Disse-lhe ainda o SENHOR: Torna a meter a mão no peito, novamente; e, quando a tirou, eis que se havia tornado como o restante de sua carne.
Se eles te não crerem, nem atenderem à evidência do primeiro sinal, talvez crerão na evidência do segundo.
Se nem ainda crerem mediante estes dois sinais, nem te ouvirem a voz, tomarás das águas do rio e as derramarás na terra seca; e as águas que do rio tomares tornar-se-ão  em sangue sobre a terra.
Êxodo 4:1 a 9
O QUE VOCÊ TEM NAS MÃOS?
Tão cheio de lances emocionantes o fato  que lemos, para meditação, colhido da Escritura Sagrada.
Uma palavra preparatória de Deus com Moisés!
E na mão daquele homem havia apenas uma vara!
Vara que naquela oportunidade se transformara em serpente por determinação de Deus.
E foi com aquela vara poderosa que realizou grandes milagres!
Ela abrira as ondas do mar!
Fendera as rochas, fizera com que as águas se transformassem em sangue!
Ali estava a representação do Poder de Deus!
Poder dos Céus!
E, alçada no deserto, traz a paz aos homens, atendia aos problemas humanos.
E havia poder naquelas mãos!
E, lembrando-me de Moisés, transfiro a minha pergunta deste dia para sua vida:
 
O QUE VOCÊ TEM NAS MÃOS?
Uma ferramenta pesada com que você ganha honestamente sua vida, com o que você ganha o pão para seus filhos.
Uma ferramenta pesada, a que você outorga poder, mediante sua comunhão com Deus.
E você minha amiga?
Os seus cuidados com os problemas da casa.
Deus tem oferecido forças a você no atendimento aos seus filhos...
Ao seu esposo... Aos seus vizinhos.
Suas mãos tão operosas falam de desprendimento e amor...
Eu sei, minha boa amiga, que você, no hospital tem em suas mãos gloriosas possibilidades de atender aos que sofrem!
Mãos trêmulas que levam o remédio aos lábios dos que padecem...
Que tomam o lenço para chegar aos olhos tristes do enfermo...
Mãos que tomam o termômetro, noite a dentro, na ansiedade da melhora...

O QUE VOCÊ TEM NAS MÃOS?
Um bisturi, talvez...
E ele, em suas mãos tem realizado maravilhas!
Quantas vidas você já salvou!
Quantas lágrimas você já enxugou!
Quanta confiança em suas mãos!
Que delicadeza!
Que habilidade...!
Em suas mãos, que você tem?
A oferta generosa que vai comover e mostrar que ainda há amor no coração dos homens!
A oferta que vai atender aos que padecem!
Minorar um pouco os que não tem pão!
Sim – em suas mãos há bordões poderosos que você usa para honrar a Deus.
Há poder que se reflete em sua vida secular, em seu trabalho diário!
Há poder que se impõe no êxito de suas atividades.
Há tempo para espalhar piedade e paz nessas mãos que amam!
 
O QUE VOCÊ TEM NAS MÃOS?
Nada?
Você tem cansada a sua vida?
Ah! Meu amigo querido, por que você não experimenta colocar suas mãos, carinhosamente na cabeça das criancinhas?
Porque você não atenta usá-las, amorosamente, no socorro aos aflitos!
No tomar o lenço e enxugar as lágrimas dos que choram!
Tomá-las para um exercício diário e constante da caridade.
E você estará deslumbrado com o poder de suas mãos!
Poder que Deus conferirá.
Maravilhoso poder!
Suas mãos tem segredos que você ainda não soube usar.
E você sentirá ainda poder maior quando, suas mãos postas em súplicas de fervor e de joelhos dobrados, você mostrar a Jesus a sua vida para o seu trabalho.
Os seus dons para a sua obra.

Suas mãos reconhecidas e humildes, súplices do Poder de Deus!
Você sentirá amor.
Você sentirá novos valores
Você sentirá que Deus estará conferindo aos seus propósitos, normas divinas!

O QUE VOCÊ TEM NAS MÃOS?
Uma pequena agulha talvez...
Quanto ela já tem realizado para agasalhar os que sofrem!
Pequeno lápis de escrever!
Quantas palavras de amor e solidariedade você já compôs!
Palavras que tem até transformado vidas e lares...

O QUE VOCÊ TEM NAS MÃOS?
Eu sei, que aí, no Hospital, você está olhando suas mãos tão claras e limpas...
E você está pensando que elas nada podem realizar...
E você pode tê-las  postas em prece pelos que sofrem... pelos seus amigos...
Pelas suas amiguinhas de enfermaria, desanimadas e tristes...
Há muito poder nessas mãos!
Elas tem tomado, pequenas, outras mãos...
No fim, às vezes!
E levado calor.
Solidariedade.
Compreensão das faltas e problemas.

O QUE VOCÊ TEM NAS MÃOS?
Que Deus abençoe seus propósitos!
Que sua vida seja uma vida gloriosa de graça e paz
                                              Amém.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

NÃO CHORES - Jair Pereira Ramalho


E aconteceu pouco depois ir ele a cidade chamada Naim, e com ele iam muitos dos seus discípulos, e uma grande multidão.
E quando chegou perto da porta da cidade, eis que levavam um defunto, filho único de sua mãe, que era viúva; e com ela ia uma grande multidão da cidade.
E vendo-a, o Senhor moveu-se de íntima compaixão por ela, e disse-lhe: Não chores. (Lucas 7: 11 a 13)
 
Prezado amigo, ainda mesmo que um esquife de um jovem seja seguido por centenas de mulheres chorosas, não será difícil destacar entre elas a mãe do morto, pela estampa de sofrimento que haverá em sua face, E se nós, homens comuns, facilmente a reconhecemos, quanto mais o Senhor Jesus Cristo, que, sobre ser homem, é o Divino Filho de Deus, o perfeito conhecedor dos sofrimentos mais secretos do coração. Portanto, se tu é um sofredor, o Senhor te conhece, ainda mesmo que mores muito distante, nalgum lugar quase inacessível, o Senhor Jesus Cristo conhece a tua dor, a extensão dela, a intensidade dela, a sua origem e o mais que lhe pertence, consoante o hino que diz:

Eu sei que Deus é sabedor
do meu sofrer da minha dor;
mas sei também que o meu penar
em gozo pode transformar.”

Foi assim que, ao ver Jesus o cortejo fúnebre do filho único da viúva de Naim, aproximou-se da mãe sofredora, dirigindo-lhe estas palavras: “NÃO CHORES!” E havendo dito isto, fez parar os que conduziam o esquife, e falou ao defunto, dizendo-lhe: “Moço, eu te mando, levanta-te”. Aquele que havia estado morto, sentou-se e começou a falar e Jesus o entregou à sua mãe.

NÃO CHORES! Fosse minha a expressão, meu amigo, nada mais representaria do que uma das inúmeras fórmulas frias e ocas com que, tantas vezes, tentamos consolar os sofredores que nos cercam; mas esta palavra não é minha, mas do Filho de Deus a quem o profeta Isaías chamou “o servo sofredor de Jeová”, o “homem experimentado em enfermidades” (Isaías 53.3), portanto, aquele que é capaz de entender cada sofrimento e ajudar os sofredores. Por isto, a nossa oração hoje, é que, servindo-se desta mensagem, o divino Jesus leve a algum coração angustiado o refrigério que levou ao da viúva de Naim, quando lhe disse: “NÃO CHORES!” Convido, pois os meus amigos a considerarem as duas principais razões porque seria de todo recomendável que eles deixassem agora de chorar.

A primeira razão será esta: Porque se tu não parares de chorar não poderá ouvir a voz do teu Salvador! A tua dor criou esse alheamento a tudo que está manifestando. A tua dor fez minguar o teu universo, a tal ponto que tu te julgas, em sofrimento e em abandono, o único ser na terra. Embora tantos chorem ao redor de ti, tu só ouves a dolente canção dos teus próprios soluços. Jesus, para tua consolação, quer dizer-te alguma coisa talvez muito íntima, que só tu deves ouvir, mas como o poderá, se não tens ouvido senão para os teus próprios gemidos? Portanto, se queres ouvir a voz consoladora do teu Salvador. NÃO CHORES! Mas, afinal que quererá Ele dizer-te?

É possível, talvez, que antes da tua dor, tivesses noção falsa a respeito da tua posição como crente em Cristo. Pensavas que, por haveres sido adotado à família de Deus, mediante a tua fé em Jesus, estarias inteiramente e, para sempre, imunizado a toda espécie de sofrimento e que a tua vida havia de correr sempre, serena como um rio. Pensavas também que não somente tu, mas todo o teu lar, estava igualmente imune às influências do sofrimento. Entretanto, não apenas a dor, mas a dor revestida de sua maior intensidade e estranheza, bateu à tua porta e fez a sua obra letal. Agora os alicerces da tua confiança na Palavra de Deus parecem estar abalados e em tua aflição perguntas a tua própria alma: “Como pode ser isto? Como pode Deus permitir que um seu filho fiel experimente tanta dor?” E choras com tanta força que não podes ouvir a voz do teu consolador que te vem explicar o sentido da tua condição, dizendo: “Filho, eu nunca ensinei que o seres tu feito filho de Deus, significava imunidade ao sofrimento, pois declarei certa vez aos meus discípulos: “No mundo tereis aflição...” Por isso mesmo, eu nunca supliquei ao Pai que te livrasse dos sofrimentos, mas que te guardasse do mal, isto é, da tentação do maligno. Portanto, não estranhes o fel dessa experiência, nem digas em teu coração: “O meu caminho está encoberto a Jeová, e a minha justiça passa desapercebida ao meu Deus” (Isaías 40.7).

Lembra-te de que nenhum sofrimento altera a relação entre o Pai e qualquer dos seus filhos na terra. A mãe pode esquecer-se do seu filhinho de peito, mas Deus não se esquece de nenhum dos seus filhos, porque tem gravado os seus nomes na palma das mãos (Isaías 49.15). Portanto, nada os pode separar do seu amor: Nem a tribulação, nem a angústia, nem a perseguição, nem a fome, nem o perigo, nem a espada, nem a morte. Se choras, pois, pensando que o teu sofrimento veio porque Deus te aja abandonado, conserta o teu pensamento e enxuga as tuas lágrimas.

É possível também, amigo que sofres, que o divino Senhor te queira dizer alguma coisa a respeito do sentido providencial do teu sofrimento, e tu não o estás permitindo com o teu incessante chorar. Não chores, pois, e escuta o discurso consolador do teu Salvador:

"Filho", poderá ele dizer-te, "Eu sou o Deus de Marta e Maria que me glorifiquei no sofrimento delas, quando o seu irmão Lázaro enfermou e morreu. Deves lembrar-te do que lhes disse: “Esta enfermidade não é para a morte, mas para a glória de Deus, para que o filho do homem seja por ela glorificado” (João 11.4). Portanto, se o teu leito de sofrimento é para glória do teu Senhor, por que choras? Se a morte que arrebatou o teu ente querido é para a glória, por que choras? Quando a pátria exige o teu filho, não o dás? Quando o teu filho, para livrá-la dos seus inimigos, dá por ela sua própria vida, não te sentes glorificado com isso? Por  que choras tão incessantemente então, se a morte do teu querido serve para a glória de Deus?

É possível ainda, amigo, que o teu Salvador tenha permitido que fosse ferido o teu coração  a fim de poder ensinar-te preciosa lição da humanidade. A tua dor é mensageira do céu. Ela veio humilhar o teu espírito exaltado, a fim de poderes ser grande no reino dos céus. Tu te supunhas, talvez, separado de todos, e o melhor de todos os homens. Mas a dor que te veio foi enviada para destruir o mito  da tua superioridade e revelar que o teu lar é como todos os lares, sujeito às mesmas aflições. A dor que te surpreendeu, veio para te achar no deserto do teu orgulho e trazer-te à praça pública da humilhação em que os teus olhos umedecidos com gotas do sofrimento comum aos homens, viram que os outros sofredores são teus irmãos e teu verdadeiro privilégio não consiste em seres separado, mas unido a eles.

Além disso, em teu sofrimento, tu sentes a tua fraqueza, e podes depender mais de teu Salvador. Tu já o conheces, é verdade, mas se não fosse essa tua dor, tu nunca saberias quão rica é a sua graça, e quão valiosa a promessa que nos fez quando disse: “Vinde a mim e eu vos aliviarei, vós todos os que andais cansados e atribulados”. Por isso, para teu treinamento permitiu Ele isso, a fim de que a tua fé aumentasse, o teu amor a ele se tornasse mais firme e a tua obediência a Ele fosse mais completa. Além disso, pelo teu sofrimento, tu aprendeste que este mundo não é o teu lar; que a tua pátria é além, para onde já foram muitos daqueles a quem tanto amavas na terra.

Qual será agora, a segunda razão que tenho para dizer-te “NÃO CHORES”? Dir-te-ei NÃO CHORES, porque, do contrário, não poderás ver o que o teu Salvador pretende realizar em ti e por meio de ti, e em outrem por tua causa. Se não cessares de chorar, o teu choro se transformará em teu maior inimigo, pois se Deus analisar as tuas lágrimas ele há de encontrar na composição delas os perigosos ingredientes da vaidade, da rebelião e da incredulidade; e tu bem sabes que Deus não pode usar pessoas tomadas por essas faltas para cumprirem as obras preparadas por Ele antes da fundação do mundo, para que andássemos  nelas.

Primeiramente, se deixares de chorar, Ele poderá fazer alguma obra tão grande em teu próprio coração que tu mesmo ficarás pasmado. Tu sabes que a boca fala de que o coração está cheio. É muito possível que a tua palavra tenha sido até agora fria, destituída de força e calor. A tua dor veio para retórica formal  da tua pregação, na eloquência fervorosa de uma testemunha real do evangelho. Tu falavas como um anjo aos homens; mas agora falarás como um homem aos homens. Tu falavas daquilo que havias ouvido, mas passarás a falar das coisas que tens visto e que as tuas mãos apalparam a respeito do Verbo da Vida.

O Senhor, pela tua dor, está preparando em ti mais um consolador para este mundo de tanto  sofrimento. Assim, como o apóstolo Paulo, poderás dizer: Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai de misericórdias  e Deus de todo o conforto, que nos conforta em toda a nossa tribulação para podermos confortar aqueles que se acham em qualquer tribulação... (2 Cor. 1. 3,4).

É possível também que o Senhor te esteja dizendo: “NÃO CHORES”, para que sejas nas suas mãos como barro nas mãos  do oleiro e ele te possa comunicar qual é o verdadeiro sentido da tua vocação neste mundo. A tua dor pode ser a porta pela qual ele fará ir ao lugar onde deves cumprir a missão para que foste chamado.  Pela tua dor Ele te faz sentir as dores do mundo, e como são grandes, como são prolongadas, como são variadas, como são universais, como precisam de urgente simpatia! Deus deseja que tu o ajudes a levar um pouco essa cruz da humanidade sofredora e por isso permitiu a tua dor para aperfeiçoar o teu coração.

Amigo - “NÃO CHORES!” Descansa em teu Salvador. Pergunta-lhe que é que Ele te quer dizer com essas permissões tão espantosas ao teu coração. Faze te teu leito de sofredor um púlpito de consolação para os que se acercarem de ti. Tira proveito da tua dor; fá-la um capital que rendas juros para toda a eternidade e que ela sirva para te aproximar mais e mais de teu Deus. NÃO CHORES- querido amigo. Enxuga tuas lágrimas- Descansa tua cabeça cansada e triste nos braços amigos de teu Salvador.

NÃO CHORES - descansa teu coração atribulado e cheio de mágoa em nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

NÃO CHORES! Que Deus te abençoe . Amém.

 

 

 

 

(Mensagem adaptada por Jair Pereira Ramalho e publicada em homenagem ao saudoso Pastor José de Miranda Pinto com o devido consentimento da família)

terça-feira, 17 de setembro de 2013

O dia primeiro - Mário Celso


 Não podemos conceber exatamente como foi que isto aconteceu, muito menos quando foi que aconteceu. A Ciência tem procurado respostas para estas questões, mas é impossível chegar a uma conclusão científica. Há teorias que remetem o cenário inicial para 10 ou 15 bilhões de anos atrás. Como chegou a esses números bilionários, só mesmo ela em suas elucubrações e equações pode chegar.
Essa mesma ciência tenta explicar o universo e o nosso mundo atribuindo o início de tudo a uma grande explosão, teoria esta que tomou o nome de "big bang". Esta explosão de algo material que desconhecemos, desencadeou além de um grande e imenso clarão, a desintegração de um sem-número de projéteis e partículas, estilhaços e faíscas, que se dispersaram pelo espaço infinito, sendo causa e razão de outras explosões sem fim, para alguns cientistas, dinâmica esta que ainda está se desenrolando no universo em expansão ainda. Esses fragmentos e lascas se espalharam pelo espaço, sendo os formadores das galáxias, dos sóis, dos asteroides, das estrelas recheando assim de corpos celestes o universo que a Cosmogonia tenta nos explicar.
No entanto, "alguém" já explicou isto com muita simplicidade. O autor de todo este fenômeno o contou para Moisés que o transcreveu no texto que estamos lendo. Tudo que se sabe sobre o universo desde que Pitágoras no século VI  A.C. até Hublle no final deste século XX tentaram desvendar, está contido em duas palavras apenas do autor da vida e do mundo:
"Disse Deus: Haja luz. E houve luz." Gn 1.3
Que simplicidade! "Fiat Lux", e a luz surgiu, remetendo para cada canto do universo, no tempo certo, aquilo que o Senhor queria para formar este cosmos maravilhoso em que habitamos, partícula infinitesimal de um painel descomunal de galáxias, sóis, planetas e estrelas. Isto aconteceu no primeiro dia, apenas. Dia que se compararmos aos tempos da ciência, devem ter correspondido a cerca de 5 bilhões de seus anos. Este é o criacionismo divino em que cremos, diante do evolucionismo que a Ciência nos tenta incutir.