E então estamos passando os dias mais felizes de todos os demais passados... Natal, nascimento de Jesus Cristo... Músicas... Abraços... Felicitações... Doces momentos de perdão. Final de um ano e início de outro... Projetos e projeções... Promessas de uma nova vida... Consertos... Novos rumos, desejo de uma vida mais feliz.
Que maravilha se todos os trezentos e sessenta e cinco dias fossem iguais a estes trinta e um do mês de dezembro, mas, logo no início, a partir do dois de janeiro... As preocupações começam a tomar conta... Finanças... Desemprego... Desavenças... Descobertas... Traições.
Tudo volta ao normal... Normal, como normal se fogem aos parâmetros daquEle que tudo criou? Então voltamos aos primórdios... "No princípio, criou Deus os céus e a terra..." Gen. 1;1. Certeza há, se fosse lembrado, nestas festivas e atuais datas, do grande amor do Criador em nos criar para, fazendo-nos assim de filhos, nos amar... O louvaríamos como gratidão e em consequência teríamos esta vida que tanto almejamos nos trinta e um dias de dezembro. No entanto, tudo tem sido o contrário, continuamos em desobediência "...mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Dele não comereis..." Gen. 3;3.
Tem sido mais interessante, sem pensarmos no depois, decidirmos o modo de como queremos viver, porque vivermos conforme o querer de quem nem mesmo vemos ou, não nos interessa ver? Precisamos aplicar nossa decisões e justiça, precisamos nos satisfazer e aproveitar todas as delícias que todos os dias nos são colocadas à frente... E, porque queremos mais e mais abrir nossos olhos e vislumbrar nosso próprio horizonte... Queremos conhecer o bem e também o mal, vivem-se os trezentos e trinta e quatro dias em total miséria e desarmonia... Desavenças e desunião com aqueles que, hipocritamente, haveremos de cumprimentar desejando-lhes feliz Ano Novo...
Há milhares de anos, tem sido assim, desde o fatídico dia da desobediência e, mesmo assim, Deus em sua infinita misericórdia e amor nos envia o próprio filho, não para nos incentivar a presentear pessoas ou nos ensinar o hipócrita aperto de mãos ou falsos abraços, mas, para nos resgatar e nos redimir com o seu sangue derramado em uma infamante cruz lá no Gólgota... Em obediência, este Jesus, que estamos comemorando seu nascimento, se entregou à morte na cruz para que, ao permitirmos que Ele faça morada em nossos corações, nos devolva a Deus como presentes regenerados e renovados... Na realidade, Deus não nos virou as costas, mandou o próprio filho para que morresse em nosso lugar.
Se quisermos uma vida de paz e feliz nestes novos dias que estaremos comemorando na passagem de trinta e um de dezembro para primeiro de janeiro... Basta que nos rendamos e deixemos que Ele nasça em nossos corações, não só em vinte e cinco de dezembro, mas todos os dias... Nosso louvor será real pois estaremos retribuindo o grande amor de Deus e suas maravilhas sobre nossas vidas.
UM FELIZ ANO NOVO A TODOS OS QUE ME PRESTIGIAM COM A ATENÇÃO... QUE DEUS LHES ABENÇOEM RICAMENTE
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