Terceiro, há a solidão de quem sofre. Há alguns anos, recebemos uma carta de uma radiouvinte que, fazia cinco anos, ficara paralítica devido à artrite. Durante cinco longos anos aborrecidos dolorosos, ela não pôde estirar-se nem deitar-se, porém escreveu: "Passei muitos dias sozinha, mas nunca tive um dia solitário." Por que? Era Cristo que fazia a diferença. Com Cristo como seu Salvador e Companheiro constante, você, também, embora sozinho, nunca precisa estar só.
Você que está hoje em um leito de hospital, suportando a solidão de quem sofre, pode estar certo de que Deus é capaz de lhe dar Sua graça e força. Enquanto permanece deitado, você pode ser útil a Ele. Pode aprender algo sobre a intercessão, o maior serviço da terra, quando ora pelos outros.
Quarto, há a solidão de quem chora. No décimo primeiro capítulo de João, lemos a respeito de Maria e Marta. Seu irmão, Lázaro, estava morto. Jesus não chegara ainda. Elas estavam ao lado do corpo do irmão e choravam. Para você, também, o mundo pode ter se tornado um imenso cemitério, que só tem um túmulo. Você ficou no quarto do doente e observou aquele a quem mais amava no mundo escorregar por entre seus dedos. Você necessita de conforto.
Deseja alguém que se aproxime com uma mão firme para ajudá-lo a enxugar as lágrimas e a devolver-lhe um sorriso ao rosto, a transmitir-lhe alegria e meio à dor. Jesus faz exatamente isto. A Bíblia diz: "Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós" (I Pedro, 5:7).
Deus ama Seus filhos. Se você está disposto a confiar Nele e a entregar-lhe sua vida, Ele pode carregar sua dor.
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