Dos acontecimentos do dia a dia... Do coração da Bíblia surgirão mensagens que te levarão à reflexão.
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
Luto - Mário Celso
Aos "cristãos" petistas amigos, aos que estão em minha lista e aos que, excluindo, não declaro serem meus inimigos, só o fiz por uma razão: Prefiro me preparar para consolá-los quando a tristeza e a decepção cair,do que hoje participar de suas alegrias passageiras e vãs... Continuo sendo cristão...
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
A Terrível Existência do Pecado - Billy Graham
O Pecado Entra em Cena
O pecado surgiu na espécie humana através de Adão, e, desde então, a espécie humana vem tentando sem sucesso livrar-se, dele. E, fracassando em sua tentativa, a humanidade tem buscado em vão suspender a maldição. A Bíblia ensina que Deus preveniu Adão antes que pecasse de que, se comesse da árvore do conhecimento, na certa morreria. A Bíblia também nos conta que Deus instruiu Adão e Eva para que fossem férteis, se multiplicassem e povoassem a terra. Mas embora eles tivessem sido criados à imagem de Deus, após a queda, Adão e Eva tiveram filhos à sua imagem e semelhança. em conseqüência, Caim e Abel foram contaminados com a doença mortal do pecado, que herdaram dos pais e que foi transmitida a todas as gerações posteriores. Somos todos pecadores por herança e, por mais que tentemos, não podemos escapar a nosso direito de nascença.
Recorremos a todos os meios para recuperar a posição que Adão perdeu. Tentamos através da educação, da filosofia, da religião, de governos, nos livrar do jugo do vício e do pecado. Lutamos para realizar com nossas mentes limitadas e pecadoras as coisas que Deus pretendeu fazer com a visão clara que vem somente do alto. Nossas intenções foram boas e algumas de nossas tentativas louváveis, mas todas fracassaram muito antes de atingir o objetivo. Todo o nosso conhecimento, todas as nossas invenções, todos os nossos progressos e planos ambiciosos impelem-nos à frente apenas um pouco, e logo recaímos no ponto em que começamos. Pois continuamos a cometer o mesmo erro que Adão cometeu - estamos ainda tentando ser reis por direito de nascença, e com as nossas forças, em vez de obedecermos às leis de Deus.
Antes de rotularmos Deus de injusto ou desarrazoado por permitir que o pecado envolva o mundo, examinemos a situação mais devagar, Deus, em Sua compaixão infinita, enviou Seu filho para mostrar-nos a saída de nossas dificuldades. Enviou Seu Filho para sofrer as mesmas tentações que se apresentaram a Adão e vencê-las. Satanás ofereceu a Jesus poder e glória se Ele renunciasse a Deus, da mesma forma como os ofereceu a Adão através de Eva.
sábado, 18 de outubro de 2014
A TERRÍVEL EXISTÊNCIA DO PECADO - A Escolha... (continuação)- Billy Graham
A Escolha Feita Pelo Homem - II.


... Um milagre está sempre pronto para tirar o rio da humanidade de sua aflição e colocá-lo uma vez mais no agradável vale da paz, mas o rio não o vê nem o ouve. Acha que não há nada a fazer senão continuar seu caminho tortuoso até perder-se por fim no mar da destruição.
A estória do rio é a estória do homem desde o tempo de Adão, serpenteando, dando voltas, mergulhando sempre mais na assustadora escuridão. Embora elevemos nossas vozes e imploremos ajuda, ainda assim escolhemos de modo deliberado - como fez Adão - o caminho errado. Em nosso desespero, nos voltamos contra Deus e O culpamos por nosso dilema. Questionamos Sua sabedoria e justiça. Apontamos defeitos em Sua misericórdia e amor.
Esquecemo-nos de que Adão foi o chefe da espécie humana, assim como nos Estados Unidos o Presidente é o chefe do governo. Quando o Presidente age, é o povo americano que, na verdade, está agindo através dele. Quando o Presidente toma uma decisão, esta decisão figura como a decisão do povo inteiro.
Adão figura como o chefe da espécie humana. Ele é também nosso primeiro antepassado. Assim como herdamos características de nossos pais e avós, tais como inteligência, coloração, estatura, temperamento, etc., a humanidade herdou sua natureza degradada e corrupta de Adão. Quando ele fracassou, quando sucumbiu à tentação e caiu, as gerações ainda por nascer caíram com ele, pois a Bíblia afirma com clareza que os resultados do pecado de Adão serão vingados em cada um de seus descendentes. Conhecemos bem demais a amarga verdade daquelas passagens do Gênese, 3:17-19, que descrevem a tragédia que o ato de Adão acarretou para todos nós: "Maldita é a terra por tua causa: em fadigas obterás dela o sustento durante os dias de tua vida. Ela produzirá também cardos e abrolhos, e tu comerás a erva do campo. No suor do rosto comerás o teu pão, até que tornes à terra, pois dela foste formado: por que tu és pó e ao pó tornarás."
A Eva, Deus disse "Multiplicarei sobremodo os sofrimentos da tua gravidez; em meio a dores darás à luz filhos; o teu desejo será para o teu marido, e ele te governará" (Gênese, 3:16).
Em outras palavras, devido ao pecado original de Adão, o solo que um dia deu apenas plantas belas e nutritivas , agora também produz plantas boas quanto más. O homem, que então só precisava caminhar no Éden e estender a mão para obter alimentos, que não carecia de roupas nem de teto, precisa agora trabalhar árduo todos os dias da vida a fim de prover estas necessidades para si e para sua família. A mulher, um dia a mais feliz das criaturas, carrega agora o peso da dor e do sofrimento; e tanto o homem como a mulher estão condenados à morte espiritual e física. A morte é uma circunstância tripla: 1)a morte espiritual instantânea; 2) o início da morte física (no momento em que nascemos, começamos a morrer); e 3) a morte eterna definitiva.
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
A Terrível Existência do Pecado - A Escolha feita... Billy Graham
A Escolha Feita Pelo Homem
Esta era a prova! Este era o momento em que Adão lançaria mão de seu livre-arbítrio para escolher o caminho certo ou o caminho errado - escolher porque queria e não porque houvesse um só caminho diante dele!
Esta era a prova! Este era o momento em que Adão lançaria mão de seu livre-arbítrio para escolher o caminho certo ou o caminho errado - escolher porque queria e não porque houvesse um só caminho diante dele!
Adão fez sua escolha. Sofreu as consequências e estabeleceu o modelo que toda a humanidade iria seguir. "Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação..." (Romanos, 5:18). Paulo diz também: "Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens porque todos pecaram" (Romanos, 5:12).
Pois Adão foi a origem da espécie humana. Ele surgiu da terra como uma fonte cristalina e recebeu permissão de escolher se iria transformar-se em um rio que correria através de belos e férteis pastos verdes ou em uma torrente lamacenta que se chocaria para sempre contra rochas e se agitaria entre penhascos profundos e escuros - fria e infeliz em si, e incapaz de levar alegria e fertilidade à terra circundante.
Não se deve culpar Deus pela trágica confusão em que o mundo se encontra há tanto tempo. A culpa é toda de Adão - Adão, a quem foi dada a escolha e que preferiu ouvir as mentiras do tentador, em vez de ouvir a verdade de Deus! A história da espécie humana, daquele dia em diante, tem sido a história do esforço inútil do homem para recuperar a posição que perdeu com a queda de Adão e, em não o conseguindo, ao menos suspender a maldição.
"Mas isto é injusto!", dirá você. "Por que devemos sofrer hoje, porque o primeiro homem pecou em um passado tão remoto? Por que a humanidade não se recuperou em todo esses anos? Por que devemos continuar sendo punidos todos os dias de nossa vidas?" Existe uma ideia corrente de que é possível melhorar o homem, melhorando o seu meio ambiente. Não é estranho reconhecer que o primeiro pecado foi cometido em um meio ambiente perfeito?
Voltemos à estória do rio - o rio escuro e gelado que corre ao pé do desfiladeiro profundo e sombrio. Por que este rio não toma o caminho de volta aos campos quentes e agradáveis que se encontram acima dele? Por que ele não abandona sua triste trajetória, para se tornar a torrente feliz e borbulhante que era quando jorrou com espontaneidade de chão?
Ele não abandona porque não pode. Não tem poder para fazer senão o que sempre fez. Uma vez que mergulhou pela ribanceira íngreme na escuridão, não pode erguer-se de novo à terra radiosa e ensolarada acima. Existe um modo de erguer-se, o meio está à mão, mas o rio não sabe como fazer uso dele. Isto me lembra do rio Yangtze na China (hoje chamado de Chiang Jiang). Este rio despeja sua lama no mar por muitos quilômetros, transformando as águas verde-azuladas do oceano em amarelo-escuras. Ele é incapaz de agir de outra forma.
(continua...).
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
A Terrível Existência do Pecado - Billy Graham
O Âmago do Problema


Este é o verdadeiro âmago do problema, pois a partir do momento em que um homem recebe liberdade, ele se depara com dois caminhos. A liberdade não tem sentido se há apenas um único caminho possível a seguir. a liberdade implica o direito de escolher, selecionar, determinar o próprio curso da ação.
Todos nós conhecemos homens e mulheres que são honestos, não tanto por livre-arbítrio, mas porque não tiveram oportunidade de ser desonestos. O Dr. Manfred Gutzke disse: "Vocês velhos, não pensem que estão se tornando melhores só porque estão mais mortos." Todos nós conhecemos pessoas que se orgulham de ser boas, quando, na verdade, é o seu ambiente ou modo de vida que as impede de ser más. Não podemos nos atribuir o mérito de resistir à tentação, se nenhuma tentação aparecer à nossa frente!
Deus não concedeu a Adão nenhuma das vantagens deste tipo. Conferiu-lhe livre-arbítrio e deu-lhe todas as oportunidades de usá-lo . E, porque Deus não poderia fazer nada que não fosse perfeito, proporcionou a Adão o cenário perfeito para provar se serviria ou não a Deus.
Enquanto Adão estava no Éden, era um homem sem pecados, sua inocência não estava maculada. Todo o universo estendia-se à sua frente. A história até então não escrita da espécie humana abria-se como uma grande folha do mais puro pergaminho à sua mão, esperando que ele escrevesse o capítulo inicial - esperando que determinasse que caminho tomariam as gerações futuras.
Deus concluíra Sua obra. Criara um jardim terreno, farto em tudo que o homem pudesse precisar. Criara um homem perfeito à Sua semelhança. Dotara este homem com uma mente e uma alma e conferira-lhe completa liberdade para usar a mente e dispor da alma como achasse conveniente. Então, como o Pai sábio que era, Deus esperou para ver que escolha Seu filho faria.
domingo, 5 de outubro de 2014
A Terrível Existência do Pecado - Billy Graham
Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus.
Romanos, 2.23
Se Deus é um Ser justo e amoroso, então por que existe tanta maldade, sofrimento e dor? Como foi que surgiu todo esse ódio? Porque criamos falsos ídolos? Por que fazemos devoções nos santuários da cobiça, do egoísmo e da guerra? Como foi que a espécie humana, que Deus fez à própria imagem, afundou a tal ponto na depravação, que os Dez Mandamentos tiveram que ser revelados com a exigência de que fossem respeitados? Por que Deus teve de enviar o próprio Filho para nos salvar? Como foi que as criaturas de Deus tornaram-se tão cheias de luxúria e maldade?
Romanos, 2.23
Se Deus é um Ser justo e amoroso, então por que existe tanta maldade, sofrimento e dor? Como foi que surgiu todo esse ódio? Porque criamos falsos ídolos? Por que fazemos devoções nos santuários da cobiça, do egoísmo e da guerra? Como foi que a espécie humana, que Deus fez à própria imagem, afundou a tal ponto na depravação, que os Dez Mandamentos tiveram que ser revelados com a exigência de que fossem respeitados? Por que Deus teve de enviar o próprio Filho para nos salvar? Como foi que as criaturas de Deus tornaram-se tão cheias de luxúria e maldade?
Para entendermos isto, para compreendermos com clareza por que uma nação se lança contra outra, por que as famílias se antagonizam, por que todos os jornais estão cheios de notícias de atos insanos e violentos de brutalidade e ódio, devemos nos remontar ao início. Devemos nos remontar à história de Adão no Éden, voltar ao primeiro capítulo do Gênese.
Há quem diga que esta história bem conhecida da criação é apenas um mito. Dizem que é apenas uma forma simples de explicar uma pergunta irrespondível às crianças. Mas não é verdade. A Bíblia nos diz com exatidão o que aconteceu no início e, por que, desde então, o homem segue a passos firmes pelo caminho da própria destruição.
Pois Deus criou este mundo como um todo perfeito. Ele criou o mundo belo e harmonioso que o homem desperdiçou - o mundo perfeito que ansiamos por reencontrar, o mundo que todos nós buscamos.
Neste mundo perfeito, Deus colocou um homem perfeito. Adão era perfeito porque nada feito por Deus pode ser menos que perfeito, e, a este homem perfeito, Deus conferiu não apenas o mais precioso de todos os dons - o dom da vida eterna. Conferiu-lhes também o livre-arbítrio.
Um amigo nosso, Dr. M.L. Scoot, o grande pregador negro, falou-nos de um amigo seu. O filho deste amigo fora estudar em uma universidade e veio visitar a família orgulhoso do conhecimento recém-adquirido.
"Pai," disse ele certa noite, cheio de si, "agora que estive na universidade, não tenho mais certeza se posso concordar com sua fé simples e infantil na Bíblia."
O pai ficou olhando fixamente para o filho, sem pestanejar. Enfim, disse: "Filho, esta é a sua liberdade - sua terrível liberdade." Foi isto que Deus concedeu a Adão - o livre-arbítrio. Sua terrível liberdade.
O primeiro homem não foi nenhum habitante das cavernas - uma criatura grunhidora, rosnadora e incompreensível da floresta tentando vencer os perigos da selva e as feras do campo. Adão foi criado já adulto, com todas as faculdades mentais e físicas desenvolvidas. Ele caminhava com Deus e desfrutava de sua amizade. Estava destinado a ser como um rei na terra, governando pela vontade de Deus.
Esta, então, era a posição de Adão enquanto no Éden, o homem perfeito, o primeiro homem, com seu inestimável, senão terrível, dom da liberdade. Adão tinha liberdade total - liberdade de escolher ou rejeitar, liberdade de obedecer às ordens de Deus ou de contrariá-las, liberdade de ser feliz ou infeliz. Pois não é a simples posse de liberdade que torna a vida satisfatória - é o que decidimos fazer com nossa liberdade que determina se encontraremos ou não a paz com Deus e em nós mesmos.
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