
Este é o verdadeiro âmago do problema, pois a partir do momento em que um homem recebe liberdade, ele se depara com dois caminhos. A liberdade não tem sentido se há apenas um único caminho possível a seguir. a liberdade implica o direito de escolher, selecionar, determinar o próprio curso da ação.
Todos nós conhecemos homens e mulheres que são honestos, não tanto por livre-arbítrio, mas porque não tiveram oportunidade de ser desonestos. O Dr. Manfred Gutzke disse: "Vocês velhos, não pensem que estão se tornando melhores só porque estão mais mortos." Todos nós conhecemos pessoas que se orgulham de ser boas, quando, na verdade, é o seu ambiente ou modo de vida que as impede de ser más. Não podemos nos atribuir o mérito de resistir à tentação, se nenhuma tentação aparecer à nossa frente!
Deus não concedeu a Adão nenhuma das vantagens deste tipo. Conferiu-lhe livre-arbítrio e deu-lhe todas as oportunidades de usá-lo . E, porque Deus não poderia fazer nada que não fosse perfeito, proporcionou a Adão o cenário perfeito para provar se serviria ou não a Deus.
Enquanto Adão estava no Éden, era um homem sem pecados, sua inocência não estava maculada. Todo o universo estendia-se à sua frente. A história até então não escrita da espécie humana abria-se como uma grande folha do mais puro pergaminho à sua mão, esperando que ele escrevesse o capítulo inicial - esperando que determinasse que caminho tomariam as gerações futuras.
Deus concluíra Sua obra. Criara um jardim terreno, farto em tudo que o homem pudesse precisar. Criara um homem perfeito à Sua semelhança. Dotara este homem com uma mente e uma alma e conferira-lhe completa liberdade para usar a mente e dispor da alma como achasse conveniente. Então, como o Pai sábio que era, Deus esperou para ver que escolha Seu filho faria.
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