Estas cousas vos escrevi a fim de saberdes que tendes a vida
eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus.
1º João, 5:13
TODA
semana recebo inúmeras cartas de pessoas que dizem ter dúvidas e incertezas a
respeito da vida cristã. Muitas destas cartas vem de cristãos autênticos que
parecem não desfrutar da alegria da fé cristã. Ainda que a Bíblia diga “Estes,
porém, foram registrados para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de
Deus, e, para que crendo, tenhais vida em seu nome” (João, 20: 31), muitos
estão incertos.
Vamos
agora usar este capítulo para resumir o que nos aconteceu. Vimos o que
significa arrepender-se, ter fé e renascer. Mas como posso ter certeza, como
posso estar seguro de que tudo isto me aconteceu? Muitas pessoas com quem converso
se arrependeram, creram e renasceram, mas com frequência falta-lhes a
confirmação de sua conversão. Vamos repassar algumas coisas que aprendemos. Em
primeiro lugar, tornar-se cristão pode ser uma experiência dramática em sua
vida ou um processo que atinge um clímax e do qual você pode ou não estar
consciente . Não me entenda mal; você não se torna cristão em consequência de
um processo de educação. Há alguns anos, um grande pregador disse: “Precisamos
educar e treinar nossos jovens segundo um modo de vida cristão para que nunca
saibam quando não foram cristãos.” Grande parte da filosofia da educação religiosa
se baseia nesta premissa, e talvez muitos desconheçam a essência da experiência
cristã, porque a educação religiosa tomou o seu lugar. Não houve nenhuma mudança
no coração.
Na
virada do século, o professor Starbuck, um pensador preeminente no campo da psicologia,
observou que os trabalhadores cristãos eram em geral recrutados dentre aqueles
que haviam tido uma experiência vital de
conversão. Observou também que os que possuíam uma ideia clara do que significa
ser convertido eram principalmente os oriundos de áreas rurais, onde na
juventude tinham recebido pouca ou quase nenhuma educação religiosa planejada
com cuidado.
Isto
não é uma crítica à educação religiosa, mas pode ser tomado como uma
advertência sobre os perigos do uso impróprio da educação religiosa que se
torna um substituto da experiência do
renascimento.
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