Por último, há a solidão do Salvador. Milhares de seres humanos aglomeraram-se à Sua volta. Havia em toda parte uma grande alegria na época da Páscoa, mas Jesus era "desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso. Certamente ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo caminho, mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos" (Isaías, 53:3-6).
Jesus estava só. Veio para os seus, e os seus não o receberam, "Tudo isto, porém, aconteceu para que se cumprissem as Escrituras dos profetas. Então os discípulos todos, deixando-o, fugiram" (Mateus,26:56). As multidões que há bem pouco tempo tinham gritado "Hosana", naquele mesmo dia gritavam "Crucifica-o! Crucifica-o!" Agora, até mesmo seus doze fiéis tinham partido.
E, por fim, nós o ouvimos clamar "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" (Marcos, 15:34). Ele não fora apenas desamparado pelos companheiros humanos, mas, agora, naquela hora de desespero e solidão, Ele - pois também. Jesus suportava o sofrimento e o julgamento do inferno por você e por mim.
O inferno, em sua essência, é a separação de Deus. O inferno é o lugar mais solitário do universo, Jesus sofreu a agonia do inferno por você, em seu lugar. Agora, Deus diz: Arrependa-se, acredite em Cristo, receba Cristo, e você jamais conhecerá a dor, a solidão e a agonia do inferno.
"Todo aquele que invocar o nome do Senhor, será salvo" (Romanos, 10:13).
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