Efésios: 2:8-9.
ESTAMOS prontos agora para dar o próximo passo ao encontro da paz com Deus. Você agora está pronto para abandonar a vida pecadora do passado. Decidiu que vai realizar estra transformação em sua vida. Já não está se afastando de Deus, mas se aproximando de Seu amor, misericórdia e proteção. Você tomou uma decisão. Arrependeu-se; escolheu o caminho certo, ainda que seja um caminho difícil. Escolheu o caminho que Moisés tomou há quase 3.500 anos, quando abdicou ao seu direito ao trono do Egito e decidiu-se a favor de Deus!
Moisés tinha quarenta anos quando fugiu do Egito temendo pela vida. Quarenta anos depois, voltou para liderar os israelitas em sua saída do Egito. O que mudara? Tomara a grande decisão. Concluiu que a fé e a verdade, juntas com a agonia e o sofrimento, eram melhores do que a riqueza, a fama e a ausência do amor de Deus. Poucos homens da história foram chamados a tomar uma decisão mais difícil do que esta.
Um Homem de Fé
Moisés era um homem instruído e culto, rico e importante. Filho da filha do faraó, acostumara-se a todo tipo de honraria, luxo e privilégio. O trono do Egito, o país mais rico, mais poderoso e mais bem-sucedido da época, estava ao seu alcance.
No entanto, a Bíblia registra que "Pela fé Moisés, quando já homem feito, recusou ser chamado filho da filha do faraó, preferindo ser maltratado junto com o povo de Deus, a usufruir prazeres transitórios do pecado; porquanto considerou o opróbrio de Cristo por maiores riquezas do que os tesouros do Egito, porque contemplava o galardão. Pela fé ele abandonou o Egito e nem ficou amedrontado pela cólera do rei; antes permaneceu firme como quem vê aquele que é invisível" (Hebreus, 11:24-27). Esta passagem refere-se a Moisés após os quarenta anos que passou no deserto com Deus - não ao fogoso jovem assassino que fugiu do faraó receando pela vida.
Repare, a Bíblia diz que ele "recusou" e "abandonou" - este é o verdadeiro arrependimento. E acrescenta que fez isto "pela fé"! Este é o passo seguinte - a fé. Moisés não tomou essa decisão em um momento de emoção patente, que alguns psicólogos insistem ser necessário à experiência religiosa. Não foi motivado pela frustração. Não era um desajustado incorrigível nem um homem insatisfeito. Moisés não estava escolhendo o caminho de Deus como uma compensação pelas recompensas que, ao seu ver, a vida lhe negara, nem se voltava para a vida religiosa devido ao tédio e à apatia. Não lhe faltavam interesse, entretenimento ou diversão.
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