O terceiro inimigo que você
enfrentará de imediato é a concupiscência da carne. A carne é aquela tendência
maligna que reside em você. Mesmo depois que se converte, seus desejos antigos
e pecaminosos podem voltar. Você se surpreende e pergunta de onde surgiram. A Bíblia ensina que a velha
natureza e toda a sua corrupção continuam lá, e que essas más tentações
devem-se somente a ela. Em outras palavras, “um traidor vive dentro de nós”. “Esta
tendência desgraçada ao pecado está sempre presente para fazê-lo sucumbir.” A
guerra foi declarada! Você agora tem duas naturezas em conflito, e cada uma
delas luto pelo domínio.
A
Bíblia ensina que “a carne milita contra o Espírito, e o Espírito contra a carne”
(Gálatas, 5:17). É a batalha da vida do eu e da vida de Cristo. Esta velha
natureza não agrada a Deus. Não pode ser convertida, nem mesmo consertada. Graças
a Deus, ao morrer Jesus o levou com Ele, e a velha natureza pode “se tornar
ineficaz e você pode considerar-se morto para o pecado,” (Romanos, 6:11). Isto é
feito pela fé.
Porém,
você ainda precisa distinguir com muito cuidado entre o uso e o abuso – entre o
que é lícito e o que é ilícito. Alguns desses desejos que surgem podem ser concupiscência
pecaminosa ou não.
Como diz o Dr. W. H. Griffith Thomas: “O
significado original da palavra concupiscência é ‘desejo intenso’, e não
necessariamente um desejo pecaminoso, uma vez que existem certos desejos de
nossa natureza física – tais como a fome e a sede – que partilhamos com o mundo
animal e que, em si, são naturais e não pecaminosos. É o seu abuso que
constitui pecado. A fome é um desejo natural. A gula é um desejo pecaminoso.
Não se deve confundir a preguiça com a exaustão nem com a doença. O casamento
está de acordo com a vontade de Deus, como com as injunções da natureza humana,
físicas, mentais e sociais. O adultério é um pecado e se opõe à vontade de Deus
e a tudo que é puro no corpo, na mente e no coração. Mas há outros desejos da
carne que são sensuais e inerentemente pecaminosos. Como por exemplo, o desejo
de satisfazer a todo custo nosso ódio e vingança. Precisamos, portanto, distinguir
com cuidado entre a concupiscência, que é apenas um desejo intenso, e a mesma
concupiscência como um desejo pecaminoso. Os
pecados da carne, sob certos aspectos, são os mais terríveis de todos,
pois representam os anseios naturais de praticar o mal. Nem o diabo nem o
mundo, nem mesmo nosso coração perverso, podem nos induzir ao pecado. Ele nasce
do consentimento e da vontade, e é aqui que entra nossa natureza perversa, com
a sua terrível capacidade e possibilidade para o mal.”
O terceiro inimigo que você
enfrentará de imediato é a concupiscência da carne. A carne é aquela tendência
maligna que reside em você. Mesmo depois que se converte, seus desejos antigos
e pecaminosos podem voltar. Você se surpreende e pergunta de onde surgiram. A Bíblia ensina que a velha
natureza e toda a sua corrupção continuam lá, e que essas más tentações
devem-se somente a ela. Em outras palavras, “um traidor vive dentro de nós”. “Esta
tendência desgraçada ao pecado está sempre presente para fazê-lo sucumbir.” A
guerra foi declarada! Você agora tem duas naturezas em conflito, e cada uma
delas luto pelo domínio.
A
Bíblia ensina que “a carne milita contra o Espírito, e o Espírito contra a carne”
(Gálatas, 5:17). É a batalha da vida do eu e da vida de Cristo. Esta velha
natureza não agrada a Deus. Não pode ser convertida, nem mesmo consertada. Graças
a Deus, ao morrer Jesus o levou com Ele, e a velha natureza pode “se tornar
ineficaz e você pode considerar-se morto para o pecado,” (Romanos, 6:11). Isto é
feito pela fé.
Porém,
você ainda precisa distinguir com muito cuidado entre o uso e o abuso – entre o
que é lícito e o que é ilícito. Alguns desses desejos que surgem podem ser concupiscência
pecaminosa ou não.
Como diz o Dr. W. H. Griffith Thomas: “O
significado original da palavra concupiscência é ‘desejo intenso’, e não
necessariamente um desejo pecaminoso, uma vez que existem certos desejos de
nossa natureza física – tais como a fome e a sede – que partilhamos com o mundo
animal e que, em si, são naturais e não pecaminosos. É o seu abuso que
constitui pecado. A fome é um desejo natural. A gula é um desejo pecaminoso.
Não se deve confundir a preguiça com a exaustão nem com a doença. O casamento
está de acordo com a vontade de Deus, como com as injunções da natureza humana,
físicas, mentais e sociais. O adultério é um pecado e se opõe à vontade de Deus
e a tudo que é puro no corpo, na mente e no coração. Mas há outros desejos da
carne que são sensuais e inerentemente pecaminosos. Como por exemplo, o desejo
de satisfazer a todo custo nosso ódio e vingança. Precisamos, portanto, distinguir
com cuidado entre a concupiscência, que é apenas um desejo intenso, e a mesma
concupiscência como um desejo pecaminoso. Os
pecados da carne, sob certos aspectos, são os mais terríveis de todos,
pois representam os anseios naturais de praticar o mal. Nem o diabo nem o
mundo, nem mesmo nosso coração perverso, podem nos induzir ao pecado. Ele nasce
do consentimento e da vontade, e é aqui que entra nossa natureza perversa, com
a sua terrível capacidade e possibilidade para o mal.”
Paulo
disse que não confiava na carne. Em outra ocasião, recomendou: “Nada disponhais
para a carne” (Romanos, 13: 14), E ainda em outra passagem: “Esmurro o meu
corpo e o reduzo à escravidão” (II Coríntios, 9: 27). Portanto, devemos tornar
a nos render e entregar a Deus para que possamos, pela fé, considerar a velha
natureza de fato morta para o pecado



