domingo, 31 de julho de 2016

Os inimigos do Cristão - A Carne. - Billy Graham

O terceiro inimigo que você enfrentará de imediato é a concupiscência da carne. A carne é aquela tendência maligna que reside em você. Mesmo depois que se converte, seus desejos antigos e pecaminosos podem voltar. Você se surpreende e pergunta  de onde surgiram. A Bíblia ensina que a velha natureza e toda a sua corrupção continuam lá, e que essas más tentações devem-se somente a ela. Em outras palavras, “um traidor vive dentro de nós”. “Esta tendência desgraçada ao pecado está sempre presente para fazê-lo sucumbir.” A guerra foi declarada! Você agora tem duas naturezas em conflito, e cada uma delas luto pelo domínio.
                A Bíblia ensina que “a carne milita contra o Espírito, e o Espírito contra a carne” (Gálatas, 5:17). É a batalha da vida do eu e da vida de Cristo. Esta velha natureza não agrada a Deus. Não pode ser convertida, nem mesmo consertada. Graças a Deus, ao morrer Jesus o levou com Ele, e a velha natureza pode “se tornar ineficaz e você pode considerar-se morto para o pecado,” (Romanos, 6:11). Isto é feito pela fé.
                Porém, você ainda precisa distinguir com muito cuidado entre o uso e o abuso – entre o que é lícito e o que é ilícito. Alguns desses desejos que surgem podem ser concupiscência pecaminosa ou não.
               Como diz o Dr. W. H. Griffith Thomas: “O significado original da palavra concupiscência é ‘desejo intenso’, e não necessariamente um desejo pecaminoso, uma vez que existem certos desejos de nossa natureza física – tais como a fome e a sede – que partilhamos com o mundo animal e que, em si, são naturais e não pecaminosos. É o seu abuso que constitui pecado. A fome é um desejo natural. A gula é um desejo pecaminoso. Não se deve confundir a preguiça com a exaustão nem com a doença. O casamento está de acordo com a vontade de Deus, como com as injunções da natureza humana, físicas, mentais e sociais. O adultério é um pecado e se opõe à vontade de Deus e a tudo que é puro no corpo, na mente e no coração. Mas há outros desejos da carne que são sensuais e inerentemente pecaminosos. Como por exemplo, o desejo de satisfazer a todo custo nosso ódio e vingança. Precisamos, portanto, distinguir com cuidado entre a concupiscência, que é apenas um desejo intenso, e a mesma concupiscência como um desejo pecaminoso. Os  pecados da carne, sob certos aspectos, são os mais terríveis de todos, pois representam os anseios naturais de praticar o mal. Nem o diabo nem o mundo, nem mesmo nosso coração perverso, podem nos induzir ao pecado. Ele nasce do consentimento e da vontade, e é aqui que entra nossa natureza perversa, com a sua terrível capacidade e possibilidade para o mal.”
               O terceiro inimigo que você enfrentará de imediato é a concupiscência da carne. A carne é aquela tendência maligna que reside em você. Mesmo depois que se converte, seus desejos antigos e pecaminosos podem voltar. Você se surpreende e pergunta  de onde surgiram. A Bíblia ensina que a velha natureza e toda a sua corrupção continuam lá, e que essas más tentações devem-se somente a ela. Em outras palavras, “um traidor vive dentro de nós”. “Esta tendência desgraçada ao pecado está sempre presente para fazê-lo sucumbir.” A guerra foi declarada! Você agora tem duas naturezas em conflito, e cada uma delas luto pelo domínio.
                A Bíblia ensina que “a carne milita contra o Espírito, e o Espírito contra a carne” (Gálatas, 5:17). É a batalha da vida do eu e da vida de Cristo. Esta velha natureza não agrada a Deus. Não pode ser convertida, nem mesmo consertada. Graças a Deus, ao morrer Jesus o levou com Ele, e a velha natureza pode “se tornar ineficaz e você pode considerar-se morto para o pecado,” (Romanos, 6:11). Isto é feito pela fé.
                Porém, você ainda precisa distinguir com muito cuidado entre o uso e o abuso – entre o que é lícito e o que é ilícito. Alguns desses desejos que surgem podem ser concupiscência pecaminosa ou não.
               Como diz o Dr. W. H. Griffith Thomas: “O significado original da palavra concupiscência é ‘desejo intenso’, e não necessariamente um desejo pecaminoso, uma vez que existem certos desejos de nossa natureza física – tais como a fome e a sede – que partilhamos com o mundo animal e que, em si, são naturais e não pecaminosos. É o seu abuso que constitui pecado. A fome é um desejo natural. A gula é um desejo pecaminoso. Não se deve confundir a preguiça com a exaustão nem com a doença. O casamento está de acordo com a vontade de Deus, como com as injunções da natureza humana, físicas, mentais e sociais. O adultério é um pecado e se opõe à vontade de Deus e a tudo que é puro no corpo, na mente e no coração. Mas há outros desejos da carne que são sensuais e inerentemente pecaminosos. Como por exemplo, o desejo de satisfazer a todo custo nosso ódio e vingança. Precisamos, portanto, distinguir com cuidado entre a concupiscência, que é apenas um desejo intenso, e a mesma concupiscência como um desejo pecaminoso. Os  pecados da carne, sob certos aspectos, são os mais terríveis de todos, pois representam os anseios naturais de praticar o mal. Nem o diabo nem o mundo, nem mesmo nosso coração perverso, podem nos induzir ao pecado. Ele nasce do consentimento e da vontade, e é aqui que entra nossa natureza perversa, com a sua terrível capacidade e possibilidade para o mal.”
                Paulo disse que não confiava na carne. Em outra ocasião, recomendou: “Nada disponhais para a carne” (Romanos, 13: 14), E ainda em outra passagem: “Esmurro o meu corpo e o reduzo à escravidão” (II Coríntios, 9: 27). Portanto, devemos tornar a nos render e entregar a Deus para que possamos, pela fé, considerar a velha natureza de fato morta para o pecado

Nenhum comentário:

Postar um comentário