Como, porém, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue? (Romanos 10: 14)

Sentado em uma cadeira de base metálica com um fino acolchoado como assento, ansioso aguardava o horário em que um ônibus me levaria ao aeroporto... Preocupações as mais diversas passavam pela minha mente, em momentos antes havia entrando em uma loja que tinha em sua fachada o nome de uma igreja, na frente uma jovem com cabelos loiros em desalinho, usando uma túnica branca com faixa vermelha que descia em diagonal de um dos ombros até a cintura, se dizendo pastora falava meia dúzia de coisas como se fosse uma pregação, incentivava os fiéis a exigir de Deus as promessas que estavam escritas na Bíblia que intacta permanecia em cima de um púlpito... A exigência do pagamento dos dízimos... A fidelidade da entrega das cédulas ou moedas era o que de mais importante tinha que fazer os fiéis para que tivessem seus sonhos realizados por quem criou todo o universo. Na rodoviária pessoas que transitavam de um para outro lugar conversando, gesticulando, nervosas, calmas, preocupadas... alegres, tristes, falantes... caladas.

Sentado em uma cadeira de base metálica com um fino acolchoado como assento, ansioso aguardava o horário em que um ônibus me levaria ao aeroporto... Preocupações as mais diversas passavam pela minha mente, em momentos antes havia entrando em uma loja que tinha em sua fachada o nome de uma igreja, na frente uma jovem com cabelos loiros em desalinho, usando uma túnica branca com faixa vermelha que descia em diagonal de um dos ombros até a cintura, se dizendo pastora falava meia dúzia de coisas como se fosse uma pregação, incentivava os fiéis a exigir de Deus as promessas que estavam escritas na Bíblia que intacta permanecia em cima de um púlpito... A exigência do pagamento dos dízimos... A fidelidade da entrega das cédulas ou moedas era o que de mais importante tinha que fazer os fiéis para que tivessem seus sonhos realizados por quem criou todo o universo. Na rodoviária pessoas que transitavam de um para outro lugar conversando, gesticulando, nervosas, calmas, preocupadas... alegres, tristes, falantes... caladas.
Em meus pensamentos, os compromissos me tiravam o sossego... Transportadora... licença para conduzir... Clientes para atender, mas, o que me incomodava sobremaneira era a área de conforto em que me achava e que, me obrigava a parar, dizendo em meu consciente não ser capaz, impotente para, em momento inesperado, me levantar e dizer em alto e bom som o quanto Jesus Cristo nos ama.
De uma para outro lado, as pessoas continuavam transitando... Alegres... tristes, falantes ou caladas. Em meu interior a pergunta que não me fora feita .... A incerteza de minha capacidade em responder com autoridade que, só Jesus Cristo salva e, somente nele temos as respostas para as aflições que todos os dias batem nas portas do coração...
Sentado na camada fina do acolchoado de uma cadeira metálica, olhando as faces mais diversas que, velozes, pela plataforma transitavam, podia entender a falta de algo ou a busca constante para o preenchimento da alma... Bombardeado fui pela lembrança do Islã... Recrutando jovens, construindo Mesquitas pelos territórios de nossa amada pátria... Vale do Paraíba... Foz do Iguaçu... Ódio... Violência... Assassinato de Cristãos.
Triste por não
ter coragem em levantar-me do fino acolchoado, de minha pobre área de conforto
para, em potente voz, dizer que Jesus Cristo é amor... Leal amigo... O melhor
amigo. Meus ouvidos surdos, em momento inesperado tem seus tímpanos vibrando,
quando do meu lado um jovem responde a alguém do outro lado da linha de seu
celular um “Glória Aleluia... Deus seja louvado...” Então despertei... Feliz o meu despertar, há
jovens redimidos pelo sangue de Jesus Cristo e compromissados em levar as novas
do evangelho... Fazer resplandecer a luz de Cristo e proclamar que SÓ JESUS
CRISTO SALVA!!!
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